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GESTORES DA Oi, ARDILOSOS, SORRATEIROS E RASOS

PUBLICADO EM 16/01/2017

Fonte: SINTTEL RO

A pretexto de manter a empresa funcionando alguns gestores se prestam a fazer o serviço sujo. Sabe-se que efetuar uma demissão não é um ato cômodo, livram-se da culpa ao utilizar o discurso de que estão apenas cumprindo ordens, em outras palavras, são pau mandados. 

 

Na última demissão acontecida na Oi registrou-se um fato pitoresco, a representante da Oi ao comunicar a demissão à funcionária pediu que após o ato de assinatura do aviso demissional fosse rápida para retirar do ambiente da companhia. A ex funcionária ficou confusa, pois tinha que decidir rapidamente se pegava seus pertences ou se retirava da empresa.

Ao ser questionada por outros colegas a funcionária que comunicou a demissão se defendeu dizendo que: “pedi que fosse rápida, mas não proibi de pegar seus pertences”. Competições exacerbadas, vestir a camisa da empresa cegamente tira das pessoas a sensibilidade para perceber que uma demissão é um ato de violência. Existe estudo que demonstram que a perda do emprego produz uma angustia, frustração equivalente a morte do um ente querido.

 

Quem efetua a demissão será elogiado pelo seu superior e se sentirá valorizada, já ao demitido será acometido de sentimento de traição ante toda sua dedicação dispensada para a empresa muitas vezes abrindo mão da vida particular, sentimento de morte.

Fica ainda mais violento ao perceber que a funcionária demitida sempre foi uma potencial colaboradora da Comissão Interna de Prevenção de Acidente a CIPA sempre eleita por seus colegas e somente no dia seguinte da sua demissão foi publicada a convocação da eleição para a CIPA, num claro movimento de impedir a funcionária de se candidatar. Ardilosos, sorrateiros e rasos.

 

A Oi protocolou no SINTTEL dia 29/12/2016 documento comunicando a realização da eleição, para atender à exigência da legislação.