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A MULHER NO SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES

PUBLICADO EM 08/03/2019

Fonte: SINTTEL RO

A MULHER NO SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES

 

Assim como o setor de Educação foi uma das portas de entrada da mulher no mercado de trabalho o setor de Telecomunicações também foi outa porta que se abriu para romper com os dogmas de que a mulher nascia apenas para ser mãe. Ser professora e ser telefonista formaliza a inclusão da mulher no mercado de trabalho.

 

A crescente participação feminina no mercado brasileiro trouxe um novo equilíbrio, uma nova forma de competir, além dos ganhos econômicos, os ganhos sociais são muitos.

 

Em área que eram exclusivas para homens, registra-se presença, ainda que poucas, na área técnica, técnica em Telecomunicações e Engenheiras. Mulheres que trabalham do DG – Distribuidor Geral – fazem jump, concluindo a instalação do telefone e da internet. Técnicas em Segurança do Trabalho, Bombeiras.

 

Em algumas áreas das empresas de Telecomunicações a participação feminina é preponderante como nas lojas de atendimentos, telemarketing e RH´s. Pode-se faz uma analogia às operadoras de telemarketing com as antigas telefonistas.

 

Porém, também se identifica violência no setor de trabalho como assédio moral e sexual, trabalhadoras acometidas de distúrbios psicológicos – Síndrome de Pânico, as mulheres são maioria quando demitidas adoecidas com LER/DORT. Para tais eventos as mulheres são alvos preferenciais ante o machismo que ainda impera na sociedade brasileira e a organização do processo produtivo não considerar a estrutura física da mulher. 

 

Registra-se ainda a resistência em contratar mulheres alegando a possibilidade de ficarem gravidas, e por conseguintes, desfalcarem o setor de trabalho.

 

O 8 de março é dia para lembrar das mulheres vítimas da violência e combater a violência entranhada sociedade, subliminar ou explicita. Estupro, importunação sexual, violência online, violência doméstica e feminicídio, deve ser repugnado.